quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Alice no país das maravilhas

Para quem ainda não leu o livro vão adorar essa síntese
Alice no país das maravilhas
Capítulo I
Alice estava no quintal quando viu um coelho branco passar correndo e foi atrás dele. O coelho entrou num buraco, e quando Alice se aproximou do buraco, caiu e foi parar num saguão grande com muitas portas e uma porta pequenininha. Para conseguir passar pela porta, ela tinha que ficar pequenininha e na sala (ou saguão) tinha uma bebida e uma comida com as palavras COMA-ME e BEBA-ME. Alice crescia e ficava pequena com essas bebidas até que o coelho apareceu (já no segundo capitulo) e chamou Alice de Mary Ann. Achando que era sua empregada, o coelho mandou Alice pegar suas luvas e seu leque na sua casa. Alice, com medo do coelho, foi até a casa dele pegar as luvas e o leque, mas em cima de uma mesinha Alice viu uma garrafa e bebeu seu conteúdo, ficando maior do que a casa do coelho e só conseguindo sair de lá depois de muito tempo que ela estava grande, quando vários bichos jogaram um bolinho , e ela comeu, ficando apenas com 7 cm. Ela, então, fugiu porque estava com medo dos animais porque eles ficaram com raiva dela. Até que Alice chegou a uma casa e entrou nela; ali ela encontrou um bebê feinho (coitado) e uma duquesa tratando ele tão mal. Alice pega ele num momento em que a mulher o joga para cima. Alice consegue pegá-lo e leva ele com ela até que o bebê se transforma num porco e Alice o solta na mata e ele foge. Quando Alice se encontra com o gato sorridente e ele recomenda a ela ir para qualquer direção que ela desejasse. Alice vai ao encontro da lebre de março e eles conversam bastante. E Alice resolveu sair depois de brigar com a lebre de março. Alice foi andando adiante e encontrou uma porta que dava para o saguão e ela pegou a chavinha da porta e passou por ela. Alice foi parar no jardim da rainha vermelha bem na hora do jogo de croqué,  e a rainha mandava cortar as cabeças de todas as pessoas que deixavam passar de seu tempo de jogar e depois a rainha levou Alice para conhecer a tartaruga falsa e o grifo* foi junto com Alice. Alice, o grifo e a tartaruga falsa escutam um trompete e vão para o julgamento para saber quem roubou as tortas da rainha. No meio do julgamento, Alice começou a crescer e no final ela já estava muito grande e começou a contrariar a rainha, até que Alice fugiu* e acordou de um longo sono com sua irmã  chamando-a, no final tudo era só um sonho.
* Alice o conheceu no castelo, quando a rainha ordenou que Alice ouvisse a história da tartaruga falsa. O grifo acompanhou Alice até a tartaruga.
* Porque a rainha mandou os soldados cortarem a cabeça de Alice.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

As três fadas

As três fadas
Há muito tempo, em um reino bem distante daqui, nasceu uma princesa muito bonita. Ela se chamava Clarinha.
O rei, seu pai, tinha uma costureira que adorava ele, a costureira se chamava Loluta. Ela era uma bruxa, mas vivia disfarçada, então ninguém havia percebido.
A bruxa, com muito ciúme da princesa, resolveu se vingar dela. Naquela noite esperou até todos irem dormir e foi até o quarto da princesa.
Como a princesa era um bebê, ela nem notou e continuou dormindo tranquilamente.
A bruxa foi até um canto do quarto e disse para si mesma:
_Não irá se arrepender Loluta, ela está tirando a atenção do rei de você. Vamos, não tenha pena, só faça a maldição. Ok, vamos lá, minha querida sinto muito, mas aos sete anos você morrerá quando em seu quarto entrar.
As três fadas do reino entraram imediatamente no quarto e disseram em coro:
_Deixe-a em paz, não vê que acabou de nascer? Ela é só um bebê e não merece morrer.
As fadas eram: Kileane, a mais nova, Jiliane, a do meio, e Kamille, a mais velha.
Kamille, querendo ajudar, pediu que Kileane fosse levar a bruxa para seu quarto e pediu a Jiliane que a ajudasse, mas que no caminho parasse na porta do quarto do rei e que lhe contasse tudo o que acontecera mais cedo e pedisse a ele que as deixasse levar Clarinha para sua casa, na floresta, porque lá é muito mais seguro para ela.
Depois que Kileane e Jiliane foram fazer o que pediu, Kamille reverteu o feitiço dizendo:
_Você não morrerá, mas dormirá e só acordará às seis da tarde dois dias depois.
Neste momento o rei chegou no quarto da princesa todo apavorado e disse:
_Desculpe-me, mas não posso te entregar minha filhinha sem antes ela me conhecer. Como Clarinha é só um bebê, acho que vai ser ruim para ela... Sabe como é não conhecer o pai nem a mãe, mas conhecer três fadas?
Kileane resolveu responder:
_Nós não seremos três fadas para Clarinha, meu rei, mas nós seremos tias dela e a protegeremos, como ninguém nunca a protegeria. E, afinal de contas, somos fadas, não fazemos mal algum.
_ Tudo bem – disse o rei – peguem ela amanhã. Cheguem para o café.
_ Tudo bem. – responderam as três juntas.
No dia seguinte se arrumaram e foram direto para o castelo: Kileane estava com um vestido que batia um pouco abaixo do joelho, e sua varinha estava toda enfeitada com coisinhas brilhantes. Jiliane estava com um vestido também um pouco abaixo do joelho, mas era de cor diferente (o vestido de Kileane era vermelho e o de Jiliane era rosa), sua varinha estava menos brilhante, pois ela queria espaço para colocar fitas coloridas. O vestido de Kamille era longo, batia no chão, e sua varinha tinha brilho e fitas. Ela não queria muitas fitas, então sua varinha ficou perfeita, e mais, ela tinha dado tons coloridos à varinha (que tinha ficado um espetáculo) utilizando, para isso, a varinha de Kileane.
Chegando ao palácio, se sentaram conversaram bastante com o rei e com a rainha, que tinha ficado sabendo de tudo naquela hora. A rainha pediu licença, foi até o quarto da princesa, lhe deu um beijo, a abraçou e voltou para a mesa.
Quando todos acabaram de tomar café, as fadas subiram e pegaram Clarinha o rei e a rainha (que tinham ido junto) tinham dado um abraço e um beijo na princesa, esperaram até as fadas irem embora e desceram.
Quando as fadas chegaram em casa, fizeram aparecer um lindo berço de cores diferentes e com lindas e pequenas peças de ouro, que brilhavam e iluminavam o quarto do bebê. À noite, quando Clarinha ia dormir, Kamille  esperava todas dormirem, ia para o quarto de Clarinha lia uma história para ela e a carregava por alguns minutos, depois a colocava de novo no berço com o maior cuidado.
Passaram 5 anos, e já era aniversário de Clarinha.
 Kamille acordou bem cedo para arrumar o café, preparou um bolo, um café, uma torta, um suco para Clarinha, bolinhos cobertos por um delicioso creme, pães, pegou a manteiga e o requeijão,  colocou frutas em cima da mesa, se preparou e saiu para buscar flores.  
Mais tarde, as outras fadas acordaram e viram tudo arrumado não viram ninguém para esperar e começaram a comer, até que ouviram a porta se abrir. Como achavam que a irmã estava dormindo, ficaram assustadas e começaram a se apavorar. Subiram e chegaram ao segundo andar para pegar Clarinha, quando ouviram alguém cantarolar e começaram a rir sem parar e perceberam que era só Kamille se  preparando para o aniversário. Clarinha, que já estava com fome, desceu e disse para Kamille:
_ Não tem nada para me falar?
Kamille respondeu:
_Eu acho que não.
_Você tem sim- respondeu Clarinha.
_Estou brincando – Kamille disse rindo e chegando mais perto de Clarinha (que estava sentada no sofá com cara de decepcionada) –  parabéns!
Nesse momento, todas desceram rindo tanto que quase caíram da escada.
_ Parabéns – disseram  Jiliane e Kileane, que falou por todas – Este ano nós resolvemos te dar algo muito especial...
Kamille continuou a frase, feliz da vida:
_...é muito especial mesmo...
Jiliane continuou falando:
_ ...Nós resolvemos te dar uma festa, mas é só se você prometer que na véspera de seus sete anos você vai dormir no meu quarto e, assim, no dia seguinte você não entrará no seu quarto, só eu, ok?
_ Tudo bem.
Depois da festa, quando todos haviam saído, chegaram o rei e a rainha do reino, que foram fazer a primeira visita a Clarinha. Como Clarinha não sabia que eram seus pais, chamou Kileane, Jiliane e Kamille.
As fadas deixaram eles entrar, mas pediram que Clarinha subisse. Antes, conversaram com o rei e com a rainha e deixaram eles contarem para Clarinha que eram seus pais, mas que ela teria que esperar até seus sete anos para vê-los novamente.
E assim foi feito. Clarinha esperou até o ano seguinte e fez seis anos, depois esperou o próximo e fez sete anos. Não se lembrando da promessa feita a Jiliane, entrou no seu quarto à noite para dormir e desmaiou na porta. Kileane Jiliane e Kamille ficaram assustadas e foram ver Clarinha e perceberam que feitiço já funcionava.
Jiliane pegou Clarinha e a levou ao castelo junto com Kileane e Kamille. Como Kamille havia alterado o feitiço feito por Loluta, sete anos atrás, sabiam que Clarinha acordaria daí a dois dias.
O rei gostou muito e como as fadas tinham cumprido a promessa ele as nomeou protetoras do reino. Elas salvaram muitas outras pessoas das maldições de Loluta, que teve uma morte triste depois de amaldiçoar todas as famílias do reino.


Fim
essa história é apenas um conto de fadas infantil leiam por favor.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O sapo e a cobra

O sapo e a cobra

O sapo, todo elegante, saía a desfilar, e uma cobra com aparência bem simpática, assistia ao desfile da família real dos sapos.  Aquele era um dia muito especial para a floresta: o sapo, como de costume, ia escolher alguém para passar o feriado no palácio, com a família real. Todos da floresta tinham uma aparência muito feia, menos a cobra, que tinha cara de simpática. O sapo que achou todos da floresta muito feios para visitar o palácio observou bem... Bem... Até que olhou para um cantinho e viu a cobra. Feliz com a aparência dela, convidou-a para ficar no palácio com a família real. A cobra aceitou e foi com o sapo e sua família até o palácio.Lá ela foi levada até um quarto muito bonito e arrumado. O sapo avisou à cobra que daí a 1 hora eles jantariam, e que ela deveria estar lá para poder jantar também. A cobra com muita fome, se arrumou e desceu para jantar, mas, como não gostou do cardápio, fingiu comer os insetos servidos. Depois do jantar chegou a hora de dormir. A cobra, então, resolveu jantar outra coisa, e disse para si mesma: “Hoje vou jantar como se fosse da realeza”.  A cobra foi até o quarto da filhinha do casal real e... Abocanhou a coitada até não existirem mais os ossos. Depois foi para o quarto do rei e da rainha e os comeu de uma vez só. Até que não existisse mais ninguém na casa sua fome não passava, comeu até os empregados e virou a rainha. Hoje ninguém mais gosta de passar um feriado na casa real, pois todos já sabem o final da história.
Moral: as aparências enganam
Fim
essa fiz no dia 21/11/11 para a escola e é uma fábula

A princesa Sofia

Oi eu sou a princesa Sofia. O meu castelo é muito longe. Às vezes meus pais acham que eu não posso fazer nada. Eles chamam Rivânia e Mauro. Um dia um príncipe foi no meu castelo(...)




obs: Não terminei essa história. Não riam de mim eu tinha apenas 5 aninhos. Vocês querem o quê de uma pessoa com essa idade?

O bichinho doente

Era uma vez um gatinho muito feliz da vida aí ele um dia ficou doente e foi para o hospital deitou na cama e morreu
Fim


Essa história está sem correção nenhuma porque quando a reescrevi não tinha ideia do que era pontuação, um caso sério não é mesmo? Para vocês entenderem, eu tinha três anos quando inventei essa história por isso ela está sem pé nem cabeça.